quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Inhotim

Essa exposição é Glove Trotter do artista plástico, brasileiro, Cildo Meireles. Já tive a oportunidade de ver essa obra, pois já estive em Inhotim, e ela foi uma das que mais me chamou atenção. É uma malha de aço que cobre bolas de diferentes tamanhos, remete muito a idéia do solo lunar, e as bolas foram bem distribuídas o que dá uma sensação de amplitude. E a malha não é totalmente transparente nem toda coberta, então fica os vãos. É muito visual e sensorial, pois podemos pegar na malha! (Na verdade, o projeto permite que encostemos, porém o museu não autoriza!)


Cildo Meireles
Artista plástico brasileiro nascido em
1948, no Rio de Janeiro. Sua geração pegou a época da ditadura, o que colaborou para sua visão crítica de alguns fatos. Quando ainda adolecente dedicou-se aos desenhos. Super crítico Cildo realiza a maioria de seus trabalhos ironizando ou criticando algo, como a nota de Zero cruzeiros da época, ou da mensagem na garrafa da Coca-Cola.

Stitcher individual

O local escolhido para realizar a intervenção foi uma "porta misteriosa", ela não dá acesso a lugar nenhum, bem atrás dela existe uma parede. Resolvi retratar a porta apenas pela parte superior dela, o que mais achei bonito, e o chão de pedrinhas, típico da região. Já a parte azulada se refere ao mistério da porta.

domingo, 12 de setembro de 2010

Casa Cor

Tive a oportunidade de ir na CasaCor 2010, fiquei encantada com muitos ambientes a utilização do espaço e a integração da tecnologia foram surpreendentes! O que mais me chamou atenção foi o quarto do bebe, ele tem uma banheira embutida na bancada, e o material fica mais na temperatura ambiente o que é ótimo para o bebe.
Os lofts que estavam lá são lindos, principalmente o do "Chef", com gavetas aquecida e refrigerada. E as lareiras a gás também são muito bacanas.
Só não vi muita coisa sustentável, o uso de energia era pra tudo, mas ninguém falou se essa energia era solar, eólica ou de hidrelétricas.

FAD


Fui ao Festival de Arte Digital, a exposição foi muito boa, várias coisas criativas e interativas o que deixa uma exposição muito mais interessante. O som que sai ao encostar na pessoa que segura a esfera, poder pichar uma parede virtual, escrever na projeção com uma caneta com sensor, as luzes se acenderem com o som e colocar uma peruca e imaginar que está em um show de Metal. Algumas atrações estavam com defeito, e não foi possível vê-las, esse é um grande problema da arte digital.

Parkour, Deriva, Flâneur, Flash mob

Parkour
O Parkour surgiu na década de 80, na França. David Belle, usou inspirações no seu pai, um dos combatentes na Guerra do Vietnã, que usava alguma das técnicas do Parkour (que naquela época não possuia este nome) na guerra. David Belle então adptou essas técnicas e as batizou "Le Parkour" (O Percurso). Após isso, ele treinava a sua disciplina, e com muita dedicação e tempo, foi reunindo pessoas. Mais tarde, ele apareceu em várias reportagens na mídia, então o Parkour passou de desconhecido à uma disciplina praticada no mundo todo. Parkour, é uma disciplina onde os praticantes - conhecidos como traceurs, ou traceuse, no feminino - usam seu corpo para passar obstáculo de uma forma rápida e fluente. No Parkour você aprende técnicas desde como subir um muro, até como pular de um lugar alto, porém o parkour NÃO É UM ESPORTE DE PULAR PRÉDIOS. Ele consiste em um homem correndo de alguém/algo e nenhum obstáculo pode pará-lo, mas, ele não é só isso, além de passar os obstáculos, você deve executar os movimentos da forma mais natural possível usando o obstáculo como se fosse parte do seu corpo. Vale a pena ressaltar que você treina o Parkour para você mesmo, você não faz movimentos para impressionar outras pessoas, até por que, isso pode resultar em sérias quedas.


Deriva

Um barco à deriva é um barco sem ter quem o comande.
Uma vida à deriva é uma vida sem ter quem a dirija.
Deixar à deriva é deixar que tudo se resolva ao acaso, sem que se tome qualquer iniciativa, sem que se esforce para mudar algo, sem reação. Sem rumo!



Flâneur
O termo flâneur vem do Francês substantivo masculino flâneur que tem o significado básico de "andarilho", "ocioso", "saunterer", "vadia", que por sua vez vem do verbo francês flâner, Que significa "para passear". Charles Baudelaire desenvolveu um significado derivado do flâneur-A de "uma pessoa que anda na cidade, a fim de experimentá-lo". Devido ao uso do termo e teorização por Baudelaire e muitos pensadores nos domínios econômico, cultural, literária e histórica, a idéia do flâneur acumulou significado importante como um referencial para a compreensão de fenômenos urbanos e modernidade. No Canadá francês flâner raramente é utilizado para descrever a passear e muitas vezes tem uma conotação negativa, como o uso mais comum do termo refere-se a vagabundagem.





Flash mob
O uso do termo flash mob data de aproximadamente 1800, porém não da maneira como o conhecemos hoje. O termo foi usado para descrever um grupo de prisioneiras da Tasmânia baseado no termo flash language para o jargão que estas prisioneiras utilizavam. Ainda nesta época o termo australiano flash mob foi usado para designar um segmento da sociedade, e não um evento, não demonstrando nenhuma outra similaridade com o termo moderno ou os eventos descritos por ele. Porém atualmente Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.