segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Protótipo
Nosso protótipo foi feito na praça de alimentação do Shopping Cidade! Pedimos a algumas pessoas que passavam no local para fazerem um teste para o nosso grupo! Todos foram um sucesso! Fizemos um sistema que é necessário que a pessoa pise e o ponteiro roda, o fato do ponteiro rodar mais rápido é proporcional, para mostrarmos a pressa, o movimento e remeter a idéia do antigo e novo (que o tempo passa).
Maquete
Maquete da fachada de um prédio (antigamente uma casa) na rua Rio Grande do Norte. Fizemos a maquete em escala de 1:25, e com a inclinação da rua. Nessa foto retiramos as árvores para vermos melhor a fachada. Mas são três árvores no total em frente!
Performance
Performance realizada Av. Afonso Pena com Rio Grande no Norte, usamos as sombrinhas para mostrar uma proteção que as pessoas tem dentro do carro, e que os pedestres precisam para manterem-se vivos!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Desing de interação
Pesquisei sobre os objetos de interação do "MIT media lab", tem muitas coisas interessantes, interativas, criativas e funcionais. Escolhi alguns para postar no blog.
Mais interessantes:
Sound forms
Pattie Maes, Hunter Seth e Pla Pol
Este tem uma mesa com um sensor que dependendo da forma do objeto que se coloca nela ela produz um barulho, e ela segue a sequência que a pessoa colocar as peças. Tem como também a pessoa deixar as peças na mesa e tocar com o dedo que a onda que é produzida faz com que a mesa leia as peças e seus formatos e toque.http://www.perspectum.com/soundforms/index.htm
SixthSense
Pranav Mistry
Com uma câmera, alguns sensores e um pequeno projetor temos o sixthsense. Ele percebe o que a pessoa que o manuseia está fazendo com os sensores e a câmera e projeta para frente. Então de a pessoa estiver virada de frente para uma parede, tudo que ela desenhar no ar será projetado na parede!
Watt Watcher
Pattie Maes, Sajid Sadi e Eban Kunz
Com uma TouchScreen e algumas configurações o usuário pode fazer infinitas coisas na tela. Sem precisar de mouse ou caneta.
Living Wall
Leah Buechley, Emily Lovell, David Mellis and Hannah Perner-Wilson
Uma parede diferente, com desenhos personalizados e luzes saindo do plano da parede, dando um tom bem inovador. É uma coisa muito simples que chama atenção de qualquer pessoa. E ela também tem sensores por isso não é preciso controlar o tempo todo como as luzes ficarão. Ela "decide" por conta própria.
Electronic Popables
Jie Qi, Leah Buechley e Tshen Chew
É comum ver livros com dobraduras, com musicas e alguns as pessoas podem interagir com o papel. Mas esse modelo de "livro" é um pouco diferente, ele possui luzes, dobraduras, musicas e ainda se movimenta.
http://www.youtube.com/watch?v=AI-6wMlaVTc
De modo geral reparei que a maioria dos objetos criados são inovadores, únicos, criativos e muitos envolvem muita tecnologia! Os resultados são fantásticos!
Mais interessantes:
Sound formsPattie Maes, Hunter Seth e Pla Pol
Este tem uma mesa com um sensor que dependendo da forma do objeto que se coloca nela ela produz um barulho, e ela segue a sequência que a pessoa colocar as peças. Tem como também a pessoa deixar as peças na mesa e tocar com o dedo que a onda que é produzida faz com que a mesa leia as peças e seus formatos e toque.http://www.perspectum.com/soundforms/index.htm
SixthSense
Pranav Mistry
Com uma câmera, alguns sensores e um pequeno projetor temos o sixthsense. Ele percebe o que a pessoa que o manuseia está fazendo com os sensores e a câmera e projeta para frente. Então de a pessoa estiver virada de frente para uma parede, tudo que ela desenhar no ar será projetado na parede!
Watt Watcher
Pattie Maes, Sajid Sadi e Eban Kunz
Com uma TouchScreen e algumas configurações o usuário pode fazer infinitas coisas na tela. Sem precisar de mouse ou caneta.
Living Wall
Leah Buechley, Emily Lovell, David Mellis and Hannah Perner-Wilson
Uma parede diferente, com desenhos personalizados e luzes saindo do plano da parede, dando um tom bem inovador. É uma coisa muito simples que chama atenção de qualquer pessoa. E ela também tem sensores por isso não é preciso controlar o tempo todo como as luzes ficarão. Ela "decide" por conta própria.
Electronic Popables
Jie Qi, Leah Buechley e Tshen Chew
É comum ver livros com dobraduras, com musicas e alguns as pessoas podem interagir com o papel. Mas esse modelo de "livro" é um pouco diferente, ele possui luzes, dobraduras, musicas e ainda se movimenta.
http://www.youtube.com/watch?v=AI-6wMlaVTc
De modo geral reparei que a maioria dos objetos criados são inovadores, únicos, criativos e muitos envolvem muita tecnologia! Os resultados são fantásticos!
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Inhotim
Essa exposição é Glove Trotter do artista plástico, brasileiro, Cildo Meireles. Já tive a oportunidade de ver essa obra, pois já estive em Inhotim, e ela foi uma das que mais me chamou atenção. É uma malha de aço que cobre bolas de diferentes tamanhos, remete muito a idéia do solo lunar, e as bolas foram bem distribuídas o que dá uma sensação de amplitude. E a malha não é totalmente transparente nem toda coberta, então fica os vãos. É muito visual e sensorial, pois podemos pegar na malha! (Na verdade, o projeto permite que encostemos, porém o museu não autoriza!)

Cildo Meireles
Artista plástico brasileiro nascido em
1948, no Rio de Janeiro. Sua geração pegou a época da ditadura, o que colaborou para sua visão crítica de alguns fatos. Quando ainda adolecente dedicou-se aos desenhos. Super crítico Cildo realiza a maioria de seus trabalhos ironizando ou criticando algo, como a nota de Zero cruzeiros da época, ou da mensagem na garrafa da Coca-Cola.
Cildo Meireles
Artista plástico brasileiro nascido em
1948, no Rio de Janeiro. Sua geração pegou a época da ditadura, o que colaborou para sua visão crítica de alguns fatos. Quando ainda adolecente dedicou-se aos desenhos. Super crítico Cildo realiza a maioria de seus trabalhos ironizando ou criticando algo, como a nota de Zero cruzeiros da época, ou da mensagem na garrafa da Coca-Cola.
Stitcher individual
O local escolhido para realizar a intervenção foi uma "porta misteriosa", ela não dá acesso a lugar nenhum, bem atrás dela existe uma parede. Resolvi retratar a porta apenas pela parte superior dela, o que mais achei bonito, e o chão de pedrinhas, típico da região. Já a parte azulada se refere ao mistério da porta.
domingo, 12 de setembro de 2010
Casa Cor
Tive a oportunidade de ir na CasaCor 2010, fiquei encantada com muitos ambientes a utilização do espaço e a integração da tecnologia foram surpreendentes! O que mais me chamou atenção foi o quarto do bebe, ele tem uma banheira embutida na bancada, e o material fica mais na temperatura ambiente o que é ótimo para o bebe.
Os lofts que estavam lá são lindos, principalmente o do "Chef", com gavetas aquecida e refrigerada. E as lareiras a gás também são muito bacanas.
Só não vi muita coisa sustentável, o uso de energia era pra tudo, mas ninguém falou se essa energia era solar, eólica ou de hidrelétricas.
Os lofts que estavam lá são lindos, principalmente o do "Chef", com gavetas aquecida e refrigerada. E as lareiras a gás também são muito bacanas.
Só não vi muita coisa sustentável, o uso de energia era pra tudo, mas ninguém falou se essa energia era solar, eólica ou de hidrelétricas.
FAD
Fui ao Festival de Arte Digital, a exposição foi muito boa, várias coisas criativas e interativas o que deixa uma exposição muito mais interessante. O som que sai ao encostar na pessoa que segura a esfera, poder pichar uma parede virtual, escrever na projeção com uma caneta com sensor, as luzes se acenderem com o som e colocar uma peruca e imaginar que está em um show de Metal. Algumas atrações estavam com defeito, e não foi possível vê-las, esse é um grande problema da arte digital.
Parkour, Deriva, Flâneur, Flash mob
Parkour
O Parkour surgiu na década de 80, na França. David Belle, usou inspirações no seu pai, um dos combatentes na Guerra do Vietnã, que usava alguma das técnicas do Parkour (que naquela época não possuia este nome) na guerra. David Belle então adptou essas técnicas e as batizou "Le Parkour" (O Percurso). Após isso, ele treinava a sua disciplina, e com muita dedicação e tempo, foi reunindo pessoas. Mais tarde, ele apareceu em várias reportagens na mídia, então o Parkour passou de desconhecido à uma disciplina praticada no mundo todo. Parkour, é uma disciplina onde os praticantes - conhecidos como traceurs, ou traceuse, no feminino - usam seu corpo para passar obstáculo de uma forma rápida e fluente. No Parkour você aprende técnicas desde como subir um muro, até como pular de um lugar alto, porém o parkour NÃO É UM ESPORTE DE PULAR PRÉDIOS. Ele consiste em um homem correndo de alguém/algo e nenhum obstáculo pode pará-lo, mas, ele não é só isso, além de passar os obstáculos, você deve executar os movimentos da forma mais natural possível usando o obstáculo como se fosse parte do seu corpo. Vale a pena ressaltar que você treina o Parkour para você mesmo, você não faz movimentos para impressionar outras pessoas, até por que, isso pode resultar em sérias quedas.
Um barco à deriva é um barco sem ter quem o comande.
Uma vida à deriva é uma vida sem ter quem a dirija.
Deixar à deriva é deixar que tudo se resolva ao acaso, sem que se tome qualquer iniciativa, sem que se esforce para mudar algo, sem reação. Sem rumo!
Uma vida à deriva é uma vida sem ter quem a dirija.
Deixar à deriva é deixar que tudo se resolva ao acaso, sem que se tome qualquer iniciativa, sem que se esforce para mudar algo, sem reação. Sem rumo!
Flâneur
O termo flâneur vem do Francês substantivo masculino flâneur que tem o significado básico de "andarilho", "ocioso", "saunterer", "vadia", que por sua vez vem do verbo francês flâner, Que significa "para passear". Charles Baudelaire desenvolveu um significado derivado do flâneur-A de "uma pessoa que anda na cidade, a fim de experimentá-lo". Devido ao uso do termo e teorização por Baudelaire e muitos pensadores nos domínios econômico, cultural, literária e histórica, a idéia do flâneur acumulou significado importante como um referencial para a compreensão de fenômenos urbanos e modernidade. No Canadá francês flâner raramente é utilizado para descrever a passear e muitas vezes tem uma conotação negativa, como o uso mais comum do termo refere-se a vagabundagem.
Flash mob
O uso do termo flash mob data de aproximadamente 1800, porém não da maneira como o conhecemos hoje. O termo foi usado para descrever um grupo de prisioneiras da Tasmânia baseado no termo flash language para o jargão que estas prisioneiras utilizavam. Ainda nesta época o termo australiano flash mob foi usado para designar um segmento da sociedade, e não um evento, não demonstrando nenhuma outra similaridade com o termo moderno ou os eventos descritos por ele. Porém atualmente Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
SketchUp
Nessa apresentação no SketchUp retratei como me senti dentro do prédio do JK. Corredores compridos e escuros que me davam uma sensação de sufocamento. E a escada retratada é a de incêndio, minha vontade no meio dela era justamente pular pelo centro como na apresentação. E ao chegar do lado de fora senti um alivio muito grande, por isso da cor mais clara.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Museu da Pampulha
O Museu da Pampulha foi, inicialmente, criado para ser um Cassino. Porém o jogo foi proibido no Brasil com apenas três anos de inauguração da primeira edificação do Complexo da Pampulha realizado por Oscar Niemeyer a pedido de JK. Foi possível observar as curvas realizada em todas as edificações do arquiteto. Em seus projetos ele deixa um pouco escondido a área de serviço, no caso do Cassino ele colocou uma parede toda feita de espelhos! Sua arquitetura é muito moderna e polêmica pela época, para deixar mais polêmica ele autoriza a colocação de uma escultura chamada "O Abraço". A acústica do auditório é muito bem bolada, pois temos a impressão de que tem mais pessoas no local e mesmo assim é possível escutar o outro. O museu não tem muitas portas, o que dá uma sensação de aberto, de público. A Marquise da frente é um típico exemplo de "intervalo", um local semi-privado e semi-público. O jardim de Burle Marx da frente foi preservado como o projeto original.
A Casa do Baile passou por uma recente reforma, o que acabou um pouco com a idéia de continuidade que tinha com a laje. E centralizou o que não era um círculo, quebrou com a intenção do arquiteto na época.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Performance
Essa é uma foto da performance que meu grupo realizou, o vídeo encontra-se no link: http://www.youtube.com/watch?v=_cIGHrLkccg
Nossa intenção com a performance era mostrar uma nova maneira de ocupar o espaço, como a porta do elevador, a parte de trás do mural e até a da frente. Produzimos barulhos com nosso próprio corpo fortalecendo a idéia dos nossos sentidos. Mostramos também o poder de organização em grupo, transformando-nos em um só mas mostrando cada um como indivíduo, representado pelas diferentes cores das blusas.
Nossa intenção com a performance era mostrar uma nova maneira de ocupar o espaço, como a porta do elevador, a parte de trás do mural e até a da frente. Produzimos barulhos com nosso próprio corpo fortalecendo a idéia dos nossos sentidos. Mostramos também o poder de organização em grupo, transformando-nos em um só mas mostrando cada um como indivíduo, representado pelas diferentes cores das blusas.
Retrato II
Segunda montagem no photoshop! Desta vez retratei mais o lado interior do Pedro. As cores azul e verde mostrando a tranquilidade e o equilíbrio, as mãos dadas mostram a amizade a ajuda ao próximo. O brasão é o da família a qual ele pertence "Queiroz", ele demonstrou ser ligado a família. Já o cigarro e a cerveja são coisas que ele gosta, e a imagem está um pouco embaçada simbolizando a fumaça do cigarro.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Retrato
Esse é o Pedro que gosta de fotos preto e brancas e das cores azul e verde. Escolhi mostrar a blusa manchada e a cidade no fundo simbolizando o trote que ele recebeu, pois foi um momento único e muito importante para ele. Como pessoa Pedro é tranquilo, inteligente, fiel e estável.
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